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Vida Útil do ativo

CPC 27 - Vida Útil do Ativo Imobilizado

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A ideia principal das mudanças introduzidas pela Lei nº 11.638/07 é fazer com que a contabilidade, reflita com maior precisão e realismo o valor dos ativos e passivos, bem como o estado do patrimônio líquido das entidades, de forma tempestiva.

Neste sentido, a Lei nº 11.638/07 adicionou à Lei das S/As, através do CPC-27, a necessidade de que as depreciações e amortizações precisam ser efetuadas com base no controle individualizado efetivo e na vida útil dos ativos.

A vida útil de um ativo é o período durante o qual se espera que ele seja utilizado pela empresa nas suas operações. Um ativo imobilizado é depreciado considerando sua vida útil e seu valor depreciável. O valor depreciável é a diferença entre o valor contábil e o valor residual. O valor residual é o valor estimado dos ativos ao final da sua vida útil econômica.

Por sua vez, o CPC-27 determina que a vida útil e o valor residual do imobilizado sejam revisados, no mínimo, a cada exercício, sendo a primeira revisão no saldo de abertura do exercício social iniciado a partir de 1º de janeiro de 2010.

Como as revisões de vidas úteis compreendem, em geral, mudanças de estimativas, elas são registradas de forma prospectiva, ou seja, produzirão efeitos contábeis apenas a partir da data da revisão, que poderá ser feita no período em que for mais adequado para a empresa.

Este CPC é aplicado a todos os ativos ou conjunto deles relacionados às atividades industriais, comerciais, agropecuárias, minerais, financeiras, de serviços e outras.

Possuímos experiência suficiente para fazer a Revisão da Vida Útil dos seus ativos, pois já prestamos este serviço para o Grupo Randon, Intecnial, Grupo Mascarello e Comil Ônibus, Grupo Pearson, Unimed Nordeste, Globalpack, Marcopolo, YKK, RR Donnelley, EMS, Ambev e Grupo RBS, dentre outras empresas.

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